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A newsletter foi criada para profissionais que não têm tempo a perder. Cada edição é objetiva, aplicável e pensada para o dia a dia da emergência.
Situações do cotidiano do pronto atendimento com raciocínio clínico estruturado e condutas baseadas em evidências.
Revisões diretas ao ponto sobre temas essenciais da medicina de emergência para você nunca esquecer o que importa.
Fluxogramas, checklists e algoritmos práticos para apoiar suas decisões clínicas nos momentos mais críticos.
As últimas publicações e diretrizes traduzidas em linguagem acessível e aplicável à prática clínica imediata.
Uma reflexão semanal sobre a medicina de emergência para fortalecer sua vocação e sua presença junto aos pacientes.
Confira as edições já publicadas e acesse o conteúdo completo de cada uma delas. Todo o material é gratuito e está disponível para leitura a qualquer momento.

Abordagem sistemática da febre sem causa aparente no pronto atendimento: quando investigar, quando tratar e como não errar na triagem.

Reconhecimento precoce, antibioticoterapia empírica e manejo das complicações da meningite bacteriana na sala de emergência.

Critérios diagnósticos atualizados, bundle de tratamento e as principais armadilhas clínicas no manejo da sepse grave.

Um diagnóstico que não perdoa demora: como suspeitar, confirmar e agir rapidamente diante de uma emergência vascular abdominal.

Gastroenterocolite aguda no adulto: critérios de internação, reposição volêmica, indicações de antibióticos e cuidados de suporte.

Passo a passo da via aérea cirúrgica de emergência: indicações, técnica, armadilhas e como estar preparado quando o tempo é escasso.

Reconheça as alterações eletrocardiográficas, priorize as intervenções e evite a parada cardíaca por hipercalemia não tratada.

Como integrar a abordagem paliativa na emergência: comunicação de más notícias, controle de sintomas e decisões de fim de vida.

Diagnóstico e tratamento da peritonite bacteriana espontânea e manejo da encefalopatia hepática no paciente cirrótico descompensado.

Critérios diagnósticos, fisiopatologia acessível e conduta prática na síndrome hepatorrenal: uma complicação grave e tratável.

No pronto atendimento, o bom plantonista não é quem corre mais, mas quem organiza o caos, reconhece prioridades e garante um próximo passo seguro para cada paciente.
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